RX 180

Lançada em 1980 com estilo Custom, a RX 180 Custom foi a motocicleta maior e mais potente produzida pela Yamaha no Brasil entre 1980 e 1985, quando teve sua produção encerrada.

Utiliza motor 2 tempos, como as outras motocicletas da Yamaha produzidas no Brasil na época.

Seu estilo é uma cópia do modelo norte americano, com guidão alto e largo, banco em dois níveis e principalmente pelo seu tamanho igual a uma moto de 250cc3.

Possui boa estabilidade e ótimo conjunto de freios, bem como uma confortável posição de dirigir. O formato largo do tanque de combustível, do tipo tear drop (em forma de gota d´água), é o que mais se destaca na RX 180 Custom.

O uso do guidão alto, não sugere uma boa solução estética, mas permite boa maneabilidade da moto e possibilita boa posição de dirigir junto ao assento.

Os comandos manuais do guidão são bem localizados: à esquerda ficam os botões que acionam o farol alto e baixo, os piscas direcionais e a buzina; do outro lado a manopla do acelerador e o reservatório de do fluido do freio a disco dianteiro.

No centro do guidão fica o painel com chave de ignição, e os mostradores do acionamentos dos piscas (amarelos), do farol alto (azul) e do ponto morto do câmbio (verde).

O painel é completado do lado esquerdo pelo velocímetro, que marca até 160 km/h, e tem apenas um hodômetro total; do lado direto está o Tacômetro, que registra até 12.000 RPM, com faixa vermelha a partir de 9.000 RPM.

Os piscas são maiores e mais largos que os da Yamaha RX 125 e ficam mais afastados do corpo da moto, oferecendo melhor visibilidade.

Um dos grandes alvos da crítica foi o ruído excessivo do motor em funcionamento. Mostrou-se muito barulhenta mesmo em baixas rotações de trabalho, gerando desconforto ao piloto e principalmente ao carona.

O Câmbio de 5 marchas é o mesmo da Yamaha RX 125, o que facilita a manutenção. Todavia apresenta-se muito curto e com marchas muito próximas, o que não prejudica o desempenho da RX 180 Custom, mas exige trocas mais constantes de marcha.

Possui ótima autonomia, de aproximadamente 300 km com o tanque de 12 litros.

A estabilidade da moto merce , com um ótimo acerto de conjunto de suspenção (com garfo dianteiro Ceriani) e principalmente pelo ótimo conjunto de freios, que sempre pára a motocicleta em espaços curtos e sem riscos de travamento.

Um grande desta motocicleta foi a ignição transistorizada utilizando C.D.I., que dispensa platinado. A grande maioria das motocicletas da época utilizava platinado, peça que exige grande manutenção e é de pouca confiabilidade.

Como a RX 180 dispensa o uso de platinado, mostrou-se extremamente confiável e de bom desempenho, pois o C.D.I. impede que o motor "flutue" em altas rotações.

 

 
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2020/9/21 | 03:01:47

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